Dízimo

Coordenação: Alda, Osvalddo

O dízimo é uma contribuição voluntária que todo cristão deve assumir como obrigação pessoal para a manutenção da vida da paróquia na qual vive regularmente sua fé. Dízimo não é esmola, mas oferta de gratidão a Deus e de partilha com a comunidade, é uma forma  de devolver a Deus, num ato de agradecimento, uma parte daquilo que se recebe.

Dar o dízimo é uma forma de demonstrar que Deus ocupa o primeiro lugar na nossa vida. “Certamente darás os dízimos de todo o produto da tua semente que cada ano se recolher do campo. E, perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher para ali fazer habitar o seu nome, comerás os dízimos do teu grão, do teu mosto e do teu azeite, e os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que aprendas a temer ao Senhor teu Deus por todos os dias.”  (Dt 14, 22-23). Disse Nosso Senhor Jesus Cristo (Mt 23, 23): “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas.”

Todos somos convidados a ofertar de fato a décima parte do que ganhamos, como faziam os israelitas ofertando dez por cento (daí o termo dízimo, que significa a “décima parte”) do fruto de seu trabalho. E a experiência tem demonstrado que aqueles que o fazem não se arrependem nem sentem falta da quantia doada em seu orçamento. No entanto,  cada dizimista deve sentir-se livre diante de Deus para fixar o percentual de sua contribuição, lembrando-se sempre de que sua doação deve ser feita com alegria e liberalidade. Diz-nos a Palavra de Deus (Dt 16, 17): “Cada qual oferecerá conforme puder, conforme a bênção que o Senhor teu Deus lhe houver dado.” Deve-se ofertar a Deus o que mandar o coração e a consciência, como ensina o apóstolo Paulo: “Dê cada um conforme o impulso de seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama a quem dá com alegria.” (2Cor 9, 7). Deve-se ofertar o dízimo não somente do salário, mas de alguma doação ou do resultado de uma venda importante.

Outro aspecto importante sobre o dízimo é a regularidade com que se devem fazer as doações. Assim como recebemos salário todo mês, assim também mensalmente devemos fazer nossa oferta do dízimo, mostrando que somos católicos responsáveis e que zelamos por nossa comunidade. Além disso, a constância nas doações é necessária para a organização da Pastoral do Dízimo na paróquia e na diocese. Só assim é possível fazer orçamentos e previsões, e prestar contas regulares à comunidade.

Os principais objetivos da Pastoral do Dízimo são:

Conscientizar os fiéis sobre a dimensão bíblica, teológica e espiritual do dízimo e sobre sua responsabilidade para com a comunidade de que fazem parte.

Mostrar que o dízimo é um ato de fé, de esperança e de caridade.

Testemunhar a alegria da gratidão a Deus mediante a oferta mensal do dízimo.

Atividades Pastorais

Organização e manutenção do serviço de atendimento aos dizimistas.

Incentivo às reflexões sobre o sentido do dízimo nas celebrações, nas reuniões das coordenações, nos encontros paroquiais e na comunidade.

Manutenção de registro atualizado das contribuições dos dizimistas e dos documentos de pagamento.

Prestação mensal de contas à comunidade. Redação e remessa de cartas aos dizimistas (por exemplo, por ocasião de seu aniversário). Confecção de cartazes para divulgação da importância do dízimo. Reuniões mensais dos agentes para conscientização sobre a importância da organização e do trabalho em equipe.

Informativo – Dez/2016


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